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Igreja

Quem somos?

“...Rejeitamos as coisas que, por vergonhosas se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade”. “E assim, conhecendo o temor do Senhor, persuadimos os homens e somos cabalmente conhecidos por Deus; e espero que também a vossa consciência nos reconheça” – I Co 5:11; I Co 4:2.

Deus, o nosso Senhor a quem servimos, além de tantos atributos que o fazem superior a todas as coisas, é ainda exaltado por sua TRANSPARÊNCIA. Referimo-nos ao fato de que Ele nada tem em oculto, isto é, em trevas, porque tudo o que é oculto não pode ter a sua presença.

Quando Lúcifer caiu em transgressão, Deus não o destruiu de imediato, permitindo assim, que, no decorrer do tempo, o diabo se revelasse como tal, ao mesmo tempo em que em Sua longanimidade, amor e graça, Deus se revelasse como Deus. Essa revelação alcançou o seu ápice por ocasião da morte do Filho de Deus. Enquanto o Senhor Jesus sofria todas as afrontas, dores, infortúnios, desprezo e morte, satanás se revelava como o perverso, ao passo que Deus se revelava como o Deus gracioso. O momento da crucificação foi a maior manifestação da TRANSPARÊNCIA divina – Sua natureza santa foi posta em evidência a todo o universo, ao mesmo tempo em que o caráter amoroso do Pai foi revelado ao máximo, pela manifestação de sua misericórdia, longanimidade, graça e verdade.

Não é sem razão que a Palavra de Deus afirma que diante do trono da majestade há um mar de vidro mesclado com fogo (Ap 15:2); este mar de vidro LÍMPIDO é  símbolo da transparência divina, quando, pelo fogo, exerce Deus juízo sobre as Suas criaturas. E, por que será, que por ocasião do juízo final, semelhantemente, há menção de “livros” que serão abertos? (Ap 20:12; Hb 4:12-13); é porque, até na hora do julgamento final,  Deus usará de transparência no ato de julgar, ao abrir os corações dos homens e revelar, publicamente, o que há escondido, de modo que, nem um sequer, poderá reclamar de injustiça da parte de Deus. Cada ato, palavra e pensamento será, com transparência, desvendado diante do Eterno e do universo, para que cada um receba segundo as suas obras, conforme o que se acha escrito nos livros – Ml 3:16; Ap 20:12.

Esta mesma transparência deve existir nos servos de Deus. Afinal, a Igreja glorificada, a qual é a Nova Jerusalém, a esposa do Cordeiro, é descrita como uma cidade de ouro puro, semelhante a vidro LÍMPIDO, isto é, TRANSPARENTE (Ap 21:18).

Abrimos, portanto, as portas do nosso coração e de nossa história, a fim de que haja TRANSPARÊNCIA quanto à nossa identidade, aqui resumidamente, mas com mais detalhes a todos quantos se interessarem em saber a respeito de nosso ministério:


I. Ministério:

O Ministério Apostólico De Volta à Palavra nasceu na década de 90, precisamente em dezembro de 1999. Com um total, principiante, de dezesseis pessoas, nascia o desejo de se obter um AMBIENTE PROPÍCIO onde se pudesse servir a Deus, com uma consciência boa, e fé sem hipocrisia.

Sem divisão quanto aos demais irmãos, posicionamo-nos para servir a todos, segundo aquilo que temos recebido do Senhor, ao mesmo tempo em que estamos abertos à comunhão, a fim de recebermos de todos os ministérios, o rico suprimento que Cristo, o Cabeça da Igreja, tem distribuído, conforme a Sua multiforme sabedoria.

Somos despenseiros do ministério do novo testamento de Jesus Cristo, ministros da nova aliança, possuindo e entendendo que, o novo testamento é SUFICIENTE para revelar a Deus na pessoa de Jesus, e seu plano eterno para a humanidade, levado a cabo pela obra e ministério do Espírito Santo.

Somos pentecostais, NÃO NO SENTIDO DENOMINACIONAL, mas no sentido de Igreja sob a “chuva” e liderança do Espírito Santo, o qual foi derramado no dia de pentecostes. Incluímos a obra, ministério e dons do Espírito Santo, segundo as Escrituras.


II. Nosso Objetivo:

Como Igreja local, restrita a uma cidade e a uma parcela de membros sob nossa responsabilidade, cooperamos para o crescimento espiritual de cada filho de Deus, aperfeiçoando e sendo aperfeiçoados, para a edificação do corpo de Cristo.

Como ministério extralocal, tanto por expansão geográfica através de missões, como por via Internet, televisão e outros meios de comunicação, buscamos compartilhar com os demais irmãos que estão distantes, aquilo que temos recebido do Senhor, tais como, experiências, revelações, testemunhos, alimento, a fim de não sermos achados infiéis no dia de sua vinda.

Como parte do corpo de Cristo buscamos a comunhão das demais partes, em todos os lugares possíveis, a fim de recebermos de todo o suprimento que Jesus, o cabeça da Igreja, tem derramado abundantemente e distribuído como lhe apraz.


III. O testemunho de nossa fé:
ver em “Nossa Confissão”


Por: Bispo Alexandre Rodrigues
alexandre@devoltaapalavra.com.br